Google+ Badge

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012


MANGOSTÃO E FIBROMIALGIA




O texto seguinte é uma tradução do original em inglês do Dr. J. Frederic Templeman

A Fibromialgia, é uma condição caracterizada por dores crónicas músculo esqueléticas em todo o corpo que, podem durar meses ou anos. A dor, é acompanhada de fadiga (com ou sem perturbação do sono) e pontos nos músculos, como descreverei mais tarde.

No entanto, o verdadeiro impacto da fibromialgia nas suas vítimas é muito maior do que apenas a incansável
dor e a exaustão total, descrita em textos médicos simplesmente como "fadiga".
Ansiedade e depressão, são também quase universais nos pacientes. O Sindroma da Fadiga crónica,
sindroma do intestino irritado, dores de cabeça e transtorno do pânico, frequentemente coexistem com a
fibromialgia.

80% dos pacientes são mulheres, geralmente entre 30 e 50 anos. Enquanto alguns médicos especialistas,
entendem que a doença terá sido detectada  no século XVII, sendo-lhe na altura, atribuidos vários nomes, a maioria, acredita que a doença, será recente e terá apenas surgido nas quatro últimas décadas do século XX.

Causa
A causa da fibromialgia permanece desconhecida, contudo, alguns factores podem precipitá-la, incluindo:
- Sindroma da fadiga crónica
- Doenças virais
- Infecção do vírus da SIDA
- Traumas físicos como os causados por acidentes de automóvel
- Traumas emocionais ou choques psicológicos
- Infecções bacterianas como a doença de Lyme
- Medicações (esteróides em particular)


Na minha própria experiência, as infecções virais, parecem ser a precipitação mais comum e a única da lista
que podem razoavelmente contar para a propagação observada da doença, que agora é semelhante a uma epidemia. A ausência de um claro motivo de fibromialgia persiste, apesar da exaustiva
investigação sobre a doença nos últimos dez anos.

Diagnósticos
O Colégio Americano de Reumatologia, propôs critérios de diagnóstico em 1990, que exigia dor
generalizada com pelo menos três meses de duração, em combinação com dor à palpação com pelo menos 11 de 18 pontos específicos. No entanto, em 2004, esta definição parece ultrapassada e muitos médicos modificaram os critérios de diagnóstico.(Ver figura 1)

Fig.1

Intervenção
Apesar de décadas de investigação e tentativas de tratamento, até a chegada do mangostão, nenhuma terapêutica tinha sido eficaz em mais de 45% dos pacientes. Devido a este retumbante fracasso, tenho esta secção intitulada de 'intervenção' em vez de 'tratamento'.

O exercício aeróbio, tem comprovado o alívio da dor e a redução de anormalidades do sono (o estádio IV do sono é perturbado pela fibromialgia). Os efeitos são de longa duração, se o doente for fiel aos exercícios. Num estudo efectuado, os colchões magnéticos e a electro-acunpuntura foram úteis. Muitas intervenções na dieta têm sido tentadas, mas apenas a dieta vegetariana, com pouco sal, produziu resultados favoráveis a longo prazo. As intervenções naturopáticas, infelizmente, não forneceram resultados satisfatórios.

Na medicina tradicional, um amplo espectro de medicações têm sido utilizadas, mas, que eu saiba, nenhum medicamento tem obtido uma indicação oficial para o tratamento da fibromialgia.
Este facto, explica a frustração das experiências médicas, quando tentam tratar os doentes de fibromialgia. No entanto, as frustrações e confusões médicas são excedidas pelas dos pacientes, que sofrem continuamente, sem resultados favoráveis.

Amitriptilina, um velho medicamento anti depressivo (juntamente com outros fármacos da mesma classe) tem sido útil no alívio de alguma dor, o Prozac, Paxil, Zoloft, são tipos de droga que também são geralmente prescritos, mas os estudos, não confirmam os alívios dos sintomas da fibromialgia, embora muitas vezes, ajudem na ansiedade e depressão.

Os anti-inflamatórios não provaram ser uma prevenção eficaz, no combate à dor

O uso de narcóticos no alívio de dores é controversa, mas muitos médicos (eu próprio incluído) usámos, apesar dos adversos efeitos colaterais, quando a dor não pode ser eficazmente aliviada por nenhuns outros meios. Agora, com o advento do mangostão, eu já não preciso de prescrever os narcóticos.

SINTOMAS E O PAPEL DO MANGOSTÃO NA DOR
A dor provocada pela fibromialgia lembra a dor das doenças neurológicas. É muitas vezes descrita como
“ardente”.

A TAC - Tomografia Axial Computorizada, mostra um reduzido fluxo sanguíneo para as partes do cérebro, onde é feita a percepção e processamento da dor. Anormalidades nos neurotransmissores (substâncias químicas que carregam instruções entre as células nervosas) também eles foram, consistentemente encontrados em pacientes de fibromialgia. Todos estes achados, levam à conclusão, de que a fibromialgia provoca danos no sistema nervoso central, o que resulta na percepção distorcida da dor no resto do corpo. A hypalgesia (maior percepção da dor) e allodynia (dor de um estímulo inócuo como um sopro de ar frio sobre a pele) são apenas duas, das várias distorções da dor.

O mangostão contém um inibidor selectivo COX 2, o único botânico comprovado pela investigação a possuir tais propriedades. COX 2 é uma enzima constitutiva (ou seja, sempre presente) no líquido cefalorraquidiano e directamente envolvido na percepção da dor. A supressão da COX 2 pelo mangostão, é o meio pelo qual se presume que a dor da fibromialgia é modificada. No entanto, a rapidez com que actua, varia muito de indivíduo para indivíduo. Em algumas experiências, há melhorias em uma ou duas semanas, enquanto outros podem ter de esperar até três meses para que os efeitos se façam sentir.

ANORMALIDADES DO SONO
A perturbação do sono é comum na fibromialgia. A fase mais profunda do sono (fase IV), que é essencial para o sono ser restaurador, estando em causa a energia e vigor, é a mais prejudicada. O nexo de causalidade entre a perturbação do sono e fibromialgia, no entanto, não está claro, nem a perturbação do sono está presente em todos os casos de fibromialgia. Quando ela existe, as xanthones do mangostão, parecem capazes de restaurar o sono normal restaurador, isto foi observado nas minhas
experiências clínicas.

FADIGA
A fadiga que se torna incapacitante durante exacerbações da doença, torna difícil a diferenciação do
sindroma da fadiga crónica (que muitas vezes coexistem). Muitas vezes, a fadiga mais do que a dor, leva a que os pacientes se tornem deprimidos. A capacidade do mangostão para fornecer energia, é saudada pelos pacientes de fibromialgia. Quando a depressão e ansiedade estão presentes, elas são muitas vezes aliviadas.

PONTOS DE TOQUE
Os pontos de toque, no músculo e tecidos superficiais, são largamente utilizados para
estabelecer um diagnóstico. A aplicação de uma pequena pressão com um dedo sobre qualquer um
desses pontos, produz dores, embora, a biopsia muscular dos pontos de toque não tenha revelado
inflamação ou significativa degeneração da fibra muscular. Na maioria dos pacientes, existem
variações dos padrões de diagnóstico dos pontos de toque.

SUMÁRIO
O mangostão efectivamente alivia a dor, a sensibilidade muscular, fadiga e distúrbios do sono da
fibromialgia. Embora nenhuma outra intervenção alguma vez tenha ajudado sequer 45% dos
pacientes, nas minhas experiências, o mangostão pode trazer alívio, seja total ou parcial, a mais de
60% dos doentes. Por esse motivo, ele parece ser o tratamento mais eficaz, disponível para uma
doença que afecta milhões.


Finalmente, o uso diário do mangostão, traz a luta das xanthones sobre a infecção para o corpo e
enfraquece a probabilidade de infecções, que podem causar fibromialgia.

DOSE RECOMENDADA
30ml a 60ml, após cada refeição.

O Dr. Templeman é um médico dos cuidados primários, com mais de vinte anos de experiência
clínica.

Como Director da Phytoceutical Medical Research, o Dr. Templeman é responsável pelo desenvolvimento de projectos de investigação, bem como a avaliação dos dados clínicos. Ele é procurado internacionalmente como orador e autor sobre saúde, nutrição, e as propriedades curativas do mangostão.

O Dr. Templeman viaja regularmente ao sudeste asiático, onde criou inúmeras parcerias com
cientistas de vários países, a fim de fazer uma pesquisa mais aprofundada sobre o mangostão e as
poderosas Xanthones.

Para além das suas actuais responsabilidades, oferece regularmente os seus serviços como médico
voluntário nos países do terceiro mundo, fornecendo ajuda médica essencial para a pobreza que
atinge as comunidades isoladas.

O Dr. Templeman e sua esposa Michele são os pais de 10 crianças e residem actualmente no Utah,
Estados Unidos da América.

Sem comentários:

Enviar um comentário